Empreendedores entre 20 e 29 anos transformam networking em estratégia de crescimento, ampliam empresas e mudam a forma de fazer negócios dentro do BNI
Gabriel afirma que as conexões empresariais encurtaram etapas importantes da trajetória.
Eles têm pouco mais de 20 anos, mas já entenderam o que muitos empresários levam décadas para descobrir: crescer sozinho é mais difícil. Em vez da lógica da competição, uma nova geração de empreendedores está apostando em conexões estratégicas para acelerar resultados, ampliar empresas e conquistar espaço no mercado antes dos 30 anos.
O movimento acompanha uma tendência nacional. Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas mostram que o empreendedorismo jovem cresceu no país nos últimos anos, especialmente em áreas ligadas à tecnologia, marketing, inovação e prestação de serviços. Mais do que abrir empresas, esses jovens estão mudando a forma de fazer negócios: trocando o isolamento pela construção de redes de relacionamento.
Conexão virou estratégia de crescimento
A advogada Larissa Campos, de 28 anos, integrante do BNI Eleve e especialista em Direito Digital, percebeu ainda estagiária que queria construir algo próprio dentro de um mercado em transformação. “A mentalidade de competição pura pertence a um mercado que não existe mais. Quando você se conecta, não divide o mercado, você expande”, afirma.
Hoje, ela vê o networking como um “atalho estratégico” para acelerar oportunidades e ampliar a influência do escritório no mercado.
No BNI Vivaz, o empresário Wigor Cadore, de 28 anos, da área de planejamento financeiro, também afirma que o crescimento do negócio veio diretamente das conexões. “O relacionamento abriu portas que sozinho levariam anos para alcançar.”
Ele relembra que um dos momentos mais difíceis da trajetória foi justamente quando precisou expandir a equipe. “O caixa ficou em níveis críticos e eu tive medo de não conseguir manter as pessoas.”
Hoje, a empresa segue em expansão e já busca novas contratações.
Uma geração que quer liberdade, propósito e crescimento
Na área da estética, Alícia Eduarda, de 26 anos, membro do BNI Inter, afirma que um dos maiores desafios foi enfrentar o preconceito pela pouca idade. “As pessoas subestimam a nossa capacidade. Mas postura, resultado e dedicação falam mais alto do que qualquer aparência de ‘novinha demais’.”
Segundo ela, o negócio cresceu mais de 50% depois que começou a ampliar a rede de conexões. “Quando você cresce perto de pessoas que somam, aprende mais rápido, erra menos e acelera o processo.”
Já Gabriel Martins, de 22 anos, empresário de tráfego pago e membro do BNI Exato, começou a empreender depois de não conseguir aprovação no curso que queria no Enem. “Eu percebi que precisava encontrar outro caminho.”
Hoje, ele afirma que as conexões empresariais encurtaram etapas importantes da trajetória.“Empresários que já passaram pelo que eu estou vivendo me ensinaram como conquistar clientes, estruturar a empresa e crescer mais rápido.”
Mesmo jovem, Gabriel já enfrentou períodos sem fechar contratos e precisou recorrer à reserva financeira para manter o negócio funcionando.“Teve momento em que pensei em seguir um caminho mais convencional.”
A advogada previdenciarista Rafaela Luyten, de 29 anos, também membro do BNI Exato, trocou a estabilidade de uma multinacional em São Paulo pelo empreendedorismo em Uberlândia. “Eu queria qualidade de vida, autonomia e construir algo que fosse meu.”
Ela conta que precisou usar toda a rescisão trabalhista para sustentar o primeiro ano da advocacia autônoma. “O começo foi muito difícil. Processo no Brasil demora e muitos contratos dependem do êxito.”
Rafaela também relata que já mudou até a aparência para transmitir mais autoridade profissional. “Já acharam que eu era estagiária. Passei a usar acessórios mais fortes e mudar a imagem para transmitir mais confiança.”
Hoje, afirma que o contato com empresários de diferentes áreas mudou a forma de administrar o escritório e atender clientes. “No Direito, a gente aprende muito sobre lei, mas pouco sobre gestão, relacionamento e negócio.”
Em comum, os jovens empresários compartilham a mesma visão: no mercado atual, conexão vale mais do que competição. “Quem espera demais para começar, perde para quem já começou”, resume Wigor.
“Os jovens entenderam cedo que conexão também é estratégia de crescimento. O BNI entra justamente para potencializar isso: aproximar empresários, gerar oportunidades e acelerar negócios por meio de relacionamentos de confiança”, afirma Priscila Bezerra, diretora executiva do BNI Regional Triângulo Norte.
Para saber mais ou participar de um encontro do BNI como visitante, acesse:
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Margareth Castro – Assessoria de Imprensa