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Em continuidade à operação “Chama No Wickr”, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu um mandado de busca e apreensão, nesta segunda-feira (10/5), em Araxá, região do Alto Paranaíba. Durante a ação, foram apreendidos cerca de R$ 450 mil em equipamentos de construção civil. Até o momento, mais de 30 pessoas já foram presas no decorrer da operação.

Investigações

Com as investigações, foi possível identificar integrantes de uma organização criminosa interestadual que comercializava drogas, em âmbito nacional, por redes sociais e aplicativos de mensagens, usando empresas de logística para a distribuição.

A operação teve início após a apreensão de grande quantidade de drogas sintéticas, no início do último ano. Segundo apurado, os entorpecentes tinham como destino cidades em diversos estados além de Minas Gerais, como São Paulo, Bahia, Paraná e Santa Catarina, e eram originários de vários locais, incluindo São Paulo e Amazonas.

Durante os desdobramentos das investigações, 32 pessoas já foram presas, incluindo o líder da organização criminosa, que foi preso pela PCMG em Santa Maria da Vitória (BA) no último ano. Além disso, um laboratório de produção de drogas chegou a ser desmantelado na cidade, sendo apreendidos entorpecentes e material para produção e manufatura das drogas. Estima-se que o grupo criminoso tenha movimentado entre R$ 2,5 e R$ 3 milhões.

Resultados

No decorrer da operação, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, sendo apreendidos veículos de luxo, grande quantidade de drogas de alto valor de mercado, dinheiro em espécie, celulares, notebooks, câmeras fotográficas, passaportes, escrituras de imóveis e documentos diversos.

Ainda foram congeladas diversas contas bancárias com elevado saldo financeiro utilizadas para lavagem de capitais. Empresas constituídas para lavagem e ocultação de dinheiro também foram identificadas. Além disso, houve pedido de sequestro de diversos imóveis, alguns localizados nos estados de Santa Catarina e Bahia.

Fonte/ Crédito de imagem: PCMG