Família vive dias de angústia enquanto autoridades analisam pistas e reforçam as buscas por informações que possam ajudar a esclarecer o caso.
A Polícia Civil de Goiás apura o desaparecimento suspeito de Daiane Alves de Souza, 43 anos, ocorrido em Caldas Novas, no sul do estado, desde que foi vista pela última vez por volta das 18h53 do dia 17 de dezembro. O caso mobiliza familiares e autoridades desde que ela deixou de manter contato com pessoas próximas, em circunstâncias consideradas atípicas.
De acordo com as informações da Polícia Civil, conforme o Registro de Atendimento Integrado nº 45143502, Daiane reside sozinha em um apartamento no Condomínio Ametista, localizado no setor Termal, em Caldas Novas. O boletim registra que o desaparecimento foi comunicado oficialmente às autoridades no dia 18 de dezembro, por volta das 19h, momento em que a família constatou a ausência prolongada de contato e procurou a delegacia para registrar a ocorrência.
Daiane foi vista pela última vez na segunda-feira, 15 de dezembro de 2025, e desde então não fez mais contato com familiares, amigos ou conhecidos. O telefone celular permanece desligado ou fora de área, o que tem dificultado qualquer tentativa de localização. A família informou à Polícia Civil que, ao entrar no apartamento onde Daiane mora, todos os pertences pessoais estavam no local, sem sinais aparentes de arrombamento ou desordem. O veículo da mulher encontra-se em uma oficina, o que reforçou a preocupação com o seu paradeiro.
Daiane é corretora autônoma, mãe de uma adolescente de 17 anos, com quem mantinha contato frequente, interrompido desde o desaparecimento. Parentes buscaram informações junto a amigos, conhecidos e locais que ela costumava frequentar, inclusive atividades esportivas, mas nenhuma informação relevante foi obtida até o momento.
Diante dos fatos, o caso passou a ser tratado como desaparecimento suspeito e segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalha para esclarecer as circunstâncias e localizar Daiane. A família pede o apoio da população e destaca que qualquer informação, mesmo que pareça simples, pode ser fundamental.
Informações podem ser repassadas à Polícia Militar pelo telefone 190, à Polícia Civil, ou de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.
Por Wellington Lopes.
Crédito das imagens: redes sociais.
