Skip to content

Alô Uberlândia

Notícias de Uberlândia

Menu
  • Início
  • Quem Somos
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
  • Fale Conosco
Menu

Dois seguranças denunciados pelo MPMG são condenados por morte de fisiculturista em BH

Posted on 26 de agosto de 2020

Foram condenados a 16 anos de prisão, em regime fechado, dois seguranças (W. C. L. e C. F. S.) que trabalhavam na boate Hangar e foram responsabilizados pela morte do fisiculturista Allan Guimarães Pontelo, em setembro de 2017, em uma boate no Bairro Olhos D’água, na capital, conforme denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

O julgamento começou na segunda-feira (24/08) pela manhã, foi reiniciado no dia seguinte e terminou na madrugada desta quarta-feira (26/8). O Conselho de Sentença entendeu que os dois foram responsáveis pela morte, ao conduzir a vítima a uma área restrita na boate para uma “revista” à procura de drogas.

Segundo denúncia do MPMG, ao se recusar a passar pelo procedimento, Allan foi espancado violentamente, com socos e chutes, imobilizado e estrangulado até a morte. O laudo de necropsia apontou como causa da morte “asfixia mecânica por constrição extrínseca do pescoço”, além de diversas lesões no corpo.

O processo foi desmembrado em relação ao réu P.H.P.O., que seria também julgado neste mesmo júri popular. O advogado dele apresentou problemas de saúde e o julgamento foi reagendado para 29 de setembro. O réu F.A.L. também teve o processo desmembrado, após recurso em setembro do ano passado, e não tem data prevista para julgamento.

Interrogatório

No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas 14 testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa. O promotor Cristian Lúcio da Silva representou o Ministério Público.

No interrogatório realizado na terça os dois réus deram versões semelhantes, ressaltando que apenas davam suporte aos seguranças – policiais militares a serviço da boate – e que coibiam o uso e venda de entorpecentes na casa noturna. Disseram que abordaram o fisiculturista no banheiro e o deixaram à disposição dos seguranças. Falaram também que imobilizaram a vítima, após o réu P.H.P.O. dar voz de prisão a ele por causa das drogas escondidas em seu corpo. A versão, no entanto, não foi aceita pelos jurados.

A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso.

Processo nº 0024.17.113.710.2

Com informações do TJMG.

Fonte: Ministério Público de Minas Gerais

Últimos Posts

  • Colisão entre carro e caminhão deixa dois mortos na BR-364, em Frutal
  • Ação policial contra o tráfico termina com dois detidos e apreensão de drogas no bairro Morumbi, em Uberlândia
  • Hospital e Maternidade Municipal reativa e expande programa de residência médica
  • Proteja Minas: Governo do Estado lança unidade móvel do programa para ampliar prevenção à violência contra a mulher
  • Grupo Luta Pela Vida realiza Feira de Plantas em prol da luta contra o câncer na terça-feira (17)

Facebook

Categorias

  • Agenda Cultural
  • Artigos
  • Brasil
  • Direitos: Pessoas com Deficiências e outros
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Minas Gerais
  • Região
  • Segurança pública
  • Serviços
  • Uberlândia
  • Vagas de emprego

Páginas

  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
©2026 Alô Uberlândia | Design: Newspaperly WordPress Theme