Um “di menor” e o “parça” foram encaminhados para Depol após a PM “dar basta” na feirinha do “capiroto” no Luizote de Freitas
Muitas pessoas moram em vários bairros na cidade, mas às vezes, se surpreendem quando descobrem que existem “atividades comerciais ilícitas” bem próximo e o pior, funcionam em pleno dia da semana, mas após o pôr do sol, para não dar “bandeira”. Isso, quando alguns “fornecedores” ainda têm um pinguinho de “brio ou medo”, porque outros vão na cara dura mesmo e ainda confrontam a comunidade, a polícia e dão “uma banana” para as Leis e sabem que “não dá nada”, por isso o comércio corre “frouxo”, em qualquer hora ou local. Só que desta vez, “a casinha caiu bunita”, na Rua Augusto Machado, no bairro Luizote de Freitas e o resultado do trabalho da Polícia Militar (PMMG) foi exitoso. Tudo teve início durante a operação pré-carnaval, onde as abordagens a pessoas em atitudes suspeitas, têm sido intensificadas por toda a cidade. O objetivo é prevenir e reprimir delitos diversos, dentre eles, o tráfico de drogas e a população de bem, tem contribuído por intermédio de denúncias anônimas. Foi assim que os militares chegaram direto no local denunciado. Receberam as informações e foram averiguar direto no “ponto”. Nesta rua do bairro, os policiais fizeram diligências e abordaram uma pessoa suspeita. De imediato localizaram com o “seboso” R$ 230 (duzentos e trinta reais) em dinheiro e o “carinha” ainda tentou dá uma de esperto, achando que conseguiria dispensar “as coisinhas” sem ser percebido, mas se “enrascou” todo. A PM recolheu duas balanças de precisão, três pedras grandes de crack e, aproximadamente, 66 papelotes de “farinha”, ou seja, cocaína. No cenário (casa) havia outra “coisinha”, um cidadão na garagem, com cara de “paisagem”, se fazendo de “egípcia”, não por muito tempo porque também estava “mocando” 16 pedras grandes de crack. A equipe militar foi verificar o interior da residência e havia uma pochete “recheadinha” de drogas e dinheiro em um cômodo da casa (quarto). Dentro da “borsinha” estava guardado R$ 126 (cento e vinte e seis reais) em dinheiro e, aproximadamente, 20 papelotes de cocaína, além de uma balança de precisão, em cima da cama. Vendo que não tinha mais como esconder nada, o suspeito indicou aos policiais onde poderia haver mais produtos do “capiroto”. Com a continuidade das buscas, foi localizado mais em torno de 135 papelotes de cocaína, seis aparelhos de telefone, sendo um deles (Iphone, cor branca) de propriedade de um, dos “coisinhas” e o restante de material encontrado, ninguém soube precisar quem era o proprietário. Com o término antecipado da “feira do mal”, o homem, maior de idade, recebeu voz de prisão e o “di menor”, voz de apreensão. Após os ritos normais e legais, exame médico na UAI, eles foram apresentados na Delegacia de Plantão.
Por Cássia Bomfim
Imagem meramente ilustrativa
