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Final do Campeonato UPL de Velocidade na Terra acontece neste fim de semana em Cuiabá-MT

Posted on 22 de novembro de 2018

Na reta final, convidamos os pilotos que estão a um passo do pódio no autocross e o campeão na categoria Kartcross para falarem do Campeonato.

O Campeonato teve sua primeira rodada em abril e nos dias 24 e 25 de Novembro os motores esquentam para a grande final que acontecerá no Mato Grosso, na cidade de Cuiabá. A competição promete muita adrenalina nesta etapa final onde doze pilotos possuem chance matemática de título, mas dois pilotos chegam como favoritos e estão tecnicamente empatados: Ricardo Basso e Celso Mello.

Enquanto o final de semana não chega, conversamos com os pilotos mais cotados ao título de 2018 que nos trouxeram um pouco de suas expectativas. No mesmo dia de competições ainda acontecerá a final do Autocross Endurance Cup, campeonato composto pelas provas de longa duração “200km de Cordeirópolis” e os “300km de Cuiabá”, que também promete muita emoção tendo Rick Fragnani e Francesco Franciosi como líderes da competição.

Celso Meneghel Silveira Mello, de 43 anos, começou sua carreira nas pistas por volta de 1990 no Kartcross convidado para experimentar a modalidade no ECPA em Piracicaba e ele conta quem o incentivou: “Meu pai é meu maior incentivador, mas quando fui experimentar o kart, foi amor à primeira vista. A minha entrada para as corridas na terra foi importante para não correr nas ruas e me ajudou muito a aprender a ter mais limites na vida”, conta Celso.

Já Ricardo Basso de 39 anos, começou no Autocross aos 24 anos em 2004 no Campeonato Baiano e participou dos brasileiros a partir de 2009. Antes de estar em sua primeira competição, Ricardo gostava de assistir as competições em sua região, Luis Eduardo Magalhães, Bahia, e como ele conta, foi incentivado pela família e de forma mais forte por seu pai: “Eu sempre gostei de assistir as corridas…a gente, por causa do trabalho, está todo dia na fazenda e na estrada molhada da fazenda, o que acaba sendo bem parecido com o Autocross. Foi quando surgiu a oportunidade e a família incentivou”, conta Basso.

A competição que já passou por quatro Estados do Brasil, mas começou a ser definida na quarta rodada em Cordeirópolis, São Paulo, e como o próprio Celso Mello disse, “no começo era brincadeira e foi se tornando sério”. Para Ricardo, o desafio nunca acaba. “Esse ano está sendo muito desafiador, pois o regulamento mudou e, aí neste ano temos que descartar cinco corridas”, conta ele

Como toda competição, imprevistos sempre acontecem. Celso Mello conta sobre uma experiência que o marcou: “Em uma corrida em Lontras no ano passado, onde a pista era muito desafiadora. Na segunda bateria invertia o grid e eu estava em 3º ou 4º. Os primeiros colocados bateram e meu carro ficou sem freio. Passei por cima de restos de fibras dos carros batidos e fiquei sem freio dianteiro. A corrida foi paralisada e todos realinharam no grid para uma nova relargada. Não tive coragem de continuar e encaminhei meu carro para os boxes. Quando cheguei nos boxes o carro do meu pai estava parado, pois ele tinha abandonado a prova também, por essa sorte deu tempo de tirar uma peça do carro dele e colocar no meu carro. Consegui largar dos boxes e terminar em 3º lugar”, conta Mello.

Basso, conta do seu mais recente imprevisto, que por acaso aconteceu no Brasileiro de Velocidade na Terra em 2017. “No ano passado perdi para o Celso por problema de quebra de carro e não pude desafiar ponto a ponto com ele, o que torna a disputa desse ano ainda mais esperada por mim”, conta Basso.

Joaçaba-SC, Luís Eduardo Magalhães-BA, Campo Grande-MS, Cordeirópolis-SP e agora Cuiabá-MT, a capital do agronegócio brasileiro, marcaram a história de um ano de Campeonato com muitos competidores de peso, anos de pista terra e muita paixão envolvida com esse esporte. E para os competidores, o que os faz continuar e seguir cada dia mais e mais nessa jornada é o fato de todos pertencerem “à Família Velocidade na Terra”, como Celso bem conceitua e completa, “às vezes penso em parar de vencer para que outros ganhem também”. Ricardo conta sobre todas as amizades que ele fez, e que apesar de já ter pensado em parar, eles, o incentivo de sua família e seus filhos, são os motivos que o faz continuar: “Fiz muitas amizades e um dos motivos foi o Autocross. O esporte me abriu essas portas. E meus filhos vendo isso querem também correr e competir um dia. Meu filho tem um Kartcross pequeno e agora ele nem cabe mais nesse. Por isso, estou trocando por um maior, mas ele brinca desde os 2 anos. Já minha filha quer começar a competir, sonho em um dia poder correr ao lado deles”.

Com um público esperado de aproximadamente cinco mil pessoas, e cerca de 20 carros na competição, a vitória será dada aquele que tiver mais pontos, e após os descartes obrigatórios que constam na regra, o que os pilotos esperam? “Entrego na mão de Deus e faço a minha parte nas pistas. Sigo e aceito a vontade dele. Somos todos competitivos e meu maior desafio é conseguir vencer e procuro melhorar sempre, tornando cada vitória em um pensamento para a próxima etapa”, finaliza Mello. Com oito Estaduais, quatro Copas Brasil, sete provas de longa duração e 4 Campeonatos Brasileiros vencidos, além de três vice-campeonatos, Ricardo diz que o desafio desse ano foi o que o fez participar: “o Celso é um menino bom, e está nas pistas antes de mim. Ele corre muito bem, se eu ganhar ou ele vai estar em boas mãos, mas preferia que fosse eu o ganhador. Essa final pra mim é acima de todos os anos, a gente tem amigos e temos adversários fortes, e o meu desafio é ganhar das equipes adversárias, e isso deixa tudo mais interessantes”, conta ele.

No último dia de competições em Cuiabá, ainda acontecerá a final do Autocross Endurance Cup que também promete muita emoção tendo Rick Fragnani e Francesco Franciosi como líderes da competição.

Na última rodada também conhecemos o campeão brasileiro do Kartcross, que falou um pouco sobre a conquista e da dobradinha dos irmãos Nadai.

Felipe de Nadai, com seus 26 anos e prestes a completar 10 anos de corridas de Kartcross, foi o grande vencedor da competição que correu ao lado de seu irmão Tiago que encerrou sua participação em segundo lugar. “Desde muito pequenos nossos pais levavam a gente pra assistir corridas na terra. Passados alguns anos, começamos a acompanhar o Campeonato e decidimos comprar um Kartcross apenas para brincar. Mas, o negócio foi ficando mais sério e decidimos nos dedicar a esse esporte”, explica Felipe. Além disso, o Kartcross nas modalidades terra acaba se diferenciando pela segurança maior e por isso os irmãos ficaram com a categoria terra, e seguiram competindo, conquistando alguns Campeonatos Paulistas até esse ano, em que correram pelo Brasileiro onde a disputa é ainda mais acirrada. “A competição mais desafiadora pra mim até agora foi o Campeonato Brasileiro UPL de Velocidade na Terra, uma vez que reuniu pilotos de vários estados, contando sempre com os melhores de cada estado. Na segunda etapa em Cordeirópolis tiveram momentos incertos onde estávamos com a vantagem que havíamos conquistado até a última prova, quando durante último treino o motor nos deixou na mão e veio a quebrar. E tivemos que usar o motor reserva”.

E a vitória veio, mesmo com as adversidades. “Na hora do podium a ficha ainda não tinha caído, por ter sido algo inédito e uma conquista tão grande após muita dedicação. Ser campeão e tendo o meu irmão ao meu lado conquistando o vice-campeonato, foi um momento muito especial. A trajetória dele foi bem parecida, começamos juntos, de início com o mesmo Kartcross, onde cada um andava uma corrida. E, com certeza é um sonho ser piloto profissional e viver algo que tanto amamos fazer, ainda mais com incentivo dos meus pais e alguns amigos que admiram nosso desempenho e estão sempre ajudando a ter resultados cada vez melhores”, finaliza Felipe.

Poder apoiar a competição e vivenciar a emoção da corrida na terra é estar mais perto do produtor, como ressalta Rogério Castro, CEO da UPL Brasil: “A UPL está sempre junto do seu cliente, seja na terra da lavoura ou na terra da pista do ´Campeonato Brasileiro UPL de Velocidade na Terra´. Esse é o nosso jeito, a UPL está presente porque ela coloca o produtor sempre em primeiro lugar”.

Aos competidores ainda MAIS TERRA e boa sorte na grande final aos pilotos do Campeonato Brasileiro UPL de Velocidade na Terra e do Autocross Endurance Cup.

SOBRE A UPL

A UPL, uma empresa indiana que traz soluções inovadoras e sustentáveis em proteção de cultivos para o agricultor. Fundada em 1969, a companhia atua hoje em mais de 124 países com 28 fábricas que desenvolvem e comercializam produtos da mais alta qualidade, segurança e tecnologia. No Brasil, onde atua desde 2006, conta com fábrica e estação experimental em Ituverava-SP e, foi eleita por dois anos consecutivos como uma das melhores empresas para se trabalhar pela Great Place to Work®️. Por seu trabalho com produtores e pesquisadores para encontrar soluções mais eficientes para campo e através de novas formulações e produtos, equipe especializada e expansão de portfólio, a empresa conta com forte presença nos mercados de soja, milho, cana-de-açúcar, arroz, café, feijão, citros, algodão, pastagem e hortifrúti.

www.uplbrasil.com.br

Fonte: Tei Aeditorial

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