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Pequenos negócios sustentam empregos e redesenham o trabalho

Posted on 30 de abril de 2026

No mês do Dia do Trabalhador, histórias de empresários do BNI mostram como conexões estratégicas estão gerando renda, fortalecendo empresas e criando empregos na região

O mercado de trabalho mudou e essa transformação passa, cada vez mais, pelas mãos de quem decidiu empreender. No Brasil, são os pequenos negócios que hoje sustentam a maior parte dos empregos formais. No Triângulo Mineiro, essa realidade ganha rosto e história em empresários que encontraram nas conexões o caminho para crescer, contratar e seguir em frente.

No país, micro e pequenas empresas respondem por cerca de 30% do Produto Interno Bruto e concentram mais de metade dos empregos com carteira assinada, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Em Minas Gerais, representam mais de 90% das empresas ativas e seguem puxando a geração de vagas, especialmente nos setores de comércio e serviços.

Em Uberlândia e região, o movimento é visível. Por trás dos números, trajetórias mostram que empreender deixou de ser um caminho solitário e passou a depender, cada vez mais, de conexões estratégicas.

Conexões que sustentam decisões

Depois de mais de 15 anos na área de Recursos Humanos, a consultora Débora Thompson, membro do BNI Eleve, decidiu mudar de rota. Saiu de cargos de gestão para abrir a própria empresa, mas encontrou, como muitos brasileiros, um cenário desafiador.

“Eu sentia que podia contribuir mais, mas empreender trouxe muitos desafios. Quando conheci o BNI, encontrei um ambiente que fez sentido para o crescimento do meu negócio. Não são só conexões, é um grupo que caminha junto para alcançar resultados”, afirma.

A virada também aconteceu para o publicitário Renato Lourenço Silva, atuamente presidente do BNI Eleve. Após quase três décadas no regime CLT, ele decidiu empreender em busca de mais qualidade de vida e proximidade com a família.

“Eu percebi que precisava mudar. E quando entrei nesse novo momento, entendi o quanto estar em um grupo de empresários faz diferença. Empresário anda com empresário. Essa troca muda a forma como você enxerga o negócio”, diz o empresário, hoje à frente de uma operação de branding em expansão.

Empreender para equilibrar vida e trabalho

A decisão de empreender também pode nascer de mudanças pessoais. Foi o caso da engenheira química e de segurança do trabalho Sara Hatem, membro e diretora consultora do BNI Vivaz, que redirecionou a carreira após a maternidade. Ela é membro do BNI Vivaz há três anos e é especialista em consultoria do sono.

Depois de 18 anos como CLT, ela decidiu criar o próprio negócio, alinhando conhecimento técnico com uma nova realidade de vida. “Eu precisei rever prioridades. Empreender me permitiu construir um modelo de trabalho mais compatível com esse momento e transformar isso em fonte de renda estruturada”, conta.

Quando crescer significa contratar

Se para alguns a virada está na mudança de carreira, para outros ela aparece no impacto direto na geração de empregos. É o caso do empresário da área de educação Murilo Natal, vice-presidente do BNI Inter, que tem usado a rede de conexões para expandir a equipe. Nos últimos meses, três novas contratações já foram feitas, com outras vagas em aberto.

“Hoje, eu consigo crescer com mais segurança. Preciso contratar, encontro apoio. Preciso treinar equipe, encontro parceiros. Isso acelera o negócio e impacta diretamente na geração de empregos”, explica.

Segundo ele, o crescimento já representa um aumento de cerca de 10% na estrutura da empresa, com potencial de dobrar esse número nos próximos meses.

De autônomo a sociedade estruturada

A força das conexões também aparece na trajetória do advogado societário Dartagnam Veloso,membro do BNI Vivaz e diretor consultor do BNI Inter. Quando entrou no grupo empresarial, ele atuava sozinho em seu escritório e buscou o BNI como uma forma de marketing, de conexão com os seus clientes. Hoje, com a entrada do sócio Rafael Machado, com quem se conectou no BNI Eleve, o escritório ganhou estrutura e ampliou a atuação.

“Eu levei cinco meses para ter a primeira indicação qualificada, mas quando ela veio, pagou mais de um ano de investimento. A partir dali, o negócio mudou de nível”, relata.
A parceria com o atual sócio nasceu justamente da convivência dentro da rede.
“Foi uma conexão que evoluiu para sociedade. Hoje temos uma equipe com cinco pessoas, estruturada e com um posicionamento muito mais claro no mercado.”

Dartagnam Veloso ressalta que o BNI mudou completamente a forma como ele encara o negócio e a forma de atuação em seu escritório de advocacia, no que tange a sua especialidade. “Além de todo o aprendizado da metodologia, do impacto profissional e pessoal que o BNI causou em minha carreira, reafirmo que a rede tem mudado a forma como o mundo faz negócios, através da promoção de conexões qualificadas.
Por isso tudo, sou muito grato ao BNI e por tudo que ele proporciona e quero contribuir cada vez mais para que o BNI cresça na nossa região, no Brasil e no mundo”, diz.

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Rafael Machado, Maria Veloso, Ana Gabriela Borges, Jéssica Ribeiro e Dartagnam Veloso

Trabalho que se multiplica

Histórias como essas ajudam a explicar por que os pequenos negócios seguem sendo o motor da economia. Mais do que gerar renda para os próprios empreendedores, eles criam empregos, movimentam cadeias produtivas e fortalecem o mercado local.

Para Priscila Bezerra, diretora executiva do BNI Regional Triângulo Norte, o movimento é claro. “Empreender deixou de ser um caminho solitário. As conexões certas encurtam caminhos, geram oportunidades reais e ajudam a manter empregos ativos.”

No mês em que o trabalho ganha protagonismo, a mensagem que vem das ruas é direta: por trás de cada pequeno negócio que cresce, existe uma rede que sustenta, conecta e transforma realidades.

Para saber mais ou participar de um encontro do BNI como visitante, acesse:
(34)991259776 Priscila Bezerra
priscila@bnitriangulo.com.br
https://www.instagram.com/bnitriangulo
https://bnitriangulo.com.br/pt-BR/index

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