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Imgem: propria.

Posted on 13 de junho de 2018

Vida pra ser contada é assim, quando do ajuntamento de pessoas que são de outras pessoas e que dão importância a isso. Dá aquela vontade de escrever, falar de amor, de alegria e felicidade. Num reunir desses sempre vale a pena, e bom falar de nada, de tudo, daquilo que vem lá do cafundó da gente, bem do profundo. Ficamos no alegrar, conversar e cantar, ouvir cantares e falares, sentar pertinho, sem medo de encostar, naquela vontade de ser feliz e ter o desejo cumprido. Vale é isso, uma roda de gente, com saudade que nunca quer se desmanchar. Sabe que não acabou, o que fez mesmo foi aumentar e estamos querendo que se repita? Que bom é ficar em qualquer lugar, porque é assim, pra estar com um monte de gente que se gosta não tem que escolher lugar, mas optar por ficar e fazer o aproveitar, não deixar o tempo correr para o não voltar. Quando se tem o aconchego no carinho de quem nos recebe é de se acomodar. Eu vi alegrias, se colocasse num pote iria entornar. Bebi, tenho que confessar, precisava de brindar, comemorar muito até me fartar. Pude ver o êxtase nas crianças que corriam ali inocentes, livres e felizes. Eu também estava assim, voltei a sonhar e achei que o tempo pouco, seria pra durar pra depois do acordar. Hei, que tal perguntar para quem estava lá? vão ter o que falar. Como eu já disse um disse um dia, quando vão alguns, passamos a ter todos juntados, porque família é isso, temos todos nas lembranças, não deixamos de comentar. Não tivemos uma quadrilha junina pra dançar, tínhamos alegrias estampadas, parabéns pra cantar. Lá de fora, na simplicidade do lugar, em ruas de terras batidas, sem asfalto, com um resto ainda de natureza, jeito bucólico, sem tanto barulho de carro, pudemos com os meninos ver bois e vacas caminhando, como se tivéssemos numa estrada boiadeira, daquelas que existiu na nossa infância. Vimos até um boiadeiro, talvez nem era, mas um tocador de boi, montado a cavalo. Que abordagem linda, daquele chamar, que veio do coração, fazendo-me recordar. Eu não quero saber do tempo voltar, meu desejo é esse mesmo, fazer a vida perdurar, trazendo pra junto da gente, tudo que mais queremos e continuamos a sonhar. Quando a felicidade é enorme a gente sempre quer eternalizar, eu quero pra sempre, esse nunca passar, poder sempre que tiver oportunidade, ir aos nossos encontros. Se fosse pra poetizar, eu iria escrever num mourão do meu coração, que não precisa muito pra ser demasiadamente feliz. Eu quero que se repita, que se tenha o recordar, estar com que se ama pra sorrir, cantar e até pra ver o boi passar

Texto de José Airton

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