Foragido o homem indiciado por homicídio no bairro Roosevelt
Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a Polícia Civil (PCMG), por intermédio da Delegacia de Homicídio, conclui inquérito de homicídio qualificado no bairro Presidente Roosevelt que vitimou Romonildo Freire Ribeiro, no dia 04/05/2024, mas o indiciado está foragido. As investigações foram encerradas e segundo o que foi apurado, a vítima estava em um bar e se preparava para apanhar um Uber e ir para casa. Naquele momento surgiu um indivíduo, em via pública, sob efeito de entorpecentes, discutindo com outras pessoas. Em dado momento o investigado começou a perseguir a vítima com uma faca em punho, assim que alcançou “o alvo”, desferir vários golpes. A vítima foi socorrida até a unidade hospitalar e não resistiu aos ferimentos. A polícia judiciária instaurou inquérito policial para apuração da autoria, materialidade, motivação e dinâmica do crime. Após a coleta de provas técnicas e testemunhais, o suspeito foi identificado como sendo TIAGO DE OLIVEIRA CORDEIRO, de 36 anos. O problema é que logo após o crime, o homem não foi mais visto na cidade e não compareceu na unidade policial para prestar suas declarações acerca dos fatos. Ao se proceder o levantamento da vida pregressa do investigado, descobriu se tratar de pessoa violenta e com diversas passagens policiais, por crimes como homicídio tentado, furto, resistência, dentre outros. A autoridade policial em análise das provas colhidas no inquérito, representou pela decretação da prisão preventiva do investigado Tiago de Oliveira Cordeiro, o que contou com parecer favorável do Ministério Público e deferimento do Poder Judiciário. Foram realizadas diligências policiais visando dar cumprimento ao mandado de prisão, entretanto ele não foi localizado. O investigado foi indiciado pelo crime de homicídio qualificado, sendo que o inquérito policial se encontra à disposição da justiça pública para instauração da ação penal em desfavor do investigado. Qualquer informação acerca do paradeiro do investigado pode ser denunciada de forma anônima através do 181, resguardado o sigilo do denunciante.
Por Cássio Bomfim
Crédito imagens: Polícia Civil/MG