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POR AÍ

Posted on 21 de setembro de 2019

Autor: José Airton de Oliveira.

Então vou por aí deixando meus rastros pelo caminho que sigo só. No solo ficam as marcas dos meus passos somo se soldados na terra seca da estrada empoeirada que me leva para os vários tempos passados, presente e futuro da minha vinda. Mas não deixo apenas marcas esquecidas, tenho construído passagens, deixado feitos, muitos, também desfeitos, que não são tantos, apenas alguns. A minha certeza é que os obstáculos ainda serão incalculáveis, porém, com o tempo que vai passando rápido, terei talvez menos força para transpô-los. A minha expectativa é que contrapondo a isso, terei mais experiência, garantindo uma maior habilidade de planejamento, então a vida me proporcionará paciência para agir e sapiência para esperar o momento certo, quando terei tempo para me preparar melhor para vencer as barreiras. Hoje eu sei que já tem muita coisa que faço melhor que antes. Tenho mais tempo e consciência para partilhar o amor, entendo com mais clareza a realização do ato a dois, a necessidade de uma satisfação mútua, principalmente no momento do prazer. Atualmente eu ofereço mais de mim, mantenho mais tempo buscando e proporcionando tudo na mesma medida e proporção no ceder e obter. Aprendi a ouvir mais, porque conscientizei que aprendizado é uma evolução. Eu me conscientizei que não sei muito coisa, somente o bastante para chegar até aqui, nesse meu agora, para continuar tenho que evoluir. São tantos que sabem muito mais que eu , que que na composição total formam multidões. Avaliando então toda essa complexidade, eu me apeguei às palavras, tenho feito uso frequente das rimas para criar textos, dando origem a minha poesia, de repente faço repentes, sem ser repentista. Intitulei-me leitor de almas, porque quando escrevo alguém, o que mais gosto é aprofundar em buscar nela o que existe de mais real. Eu opto pelo melhor lado da pessoa. Narro a benevolência, faço uma descrição bem criteriosa da essência, o que tem me possibilitado encontrar verdadeiras riquezas acumuladas em seres humanos, irmãos de várias cores, sexos, idades e verdades. Quando faço isso tento criar um jardim em cada uma dessas almas, externalizando dela o lado mais bonito, o belo, o que ainda não tenha sido exposto. Hoje sou a mão que escreve, os olhos que procuram, o coração vazio para ser preenchido. Carrego em mim algumas incertezas, mas não com relação ao amor, porque sei que desse sentimento eu preciso e sou dependente. Então sigo em frente, até um certo de repente que acontecerá na minha vida. Assim eu quero!

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