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Como a Psicologia pode ajudar um jovem

Posted on 6 de setembro de 2019

Esse é o tema da palestra do professor Tommy Akira Goto, da UFU, convidado para evento na ONU

Os profissionais que têm suas atividades relacionadas ao desenvolvimento dos jovens podem possibilitar com que esses comecem a pensar sobre formas de lidar com o humano

Estamos no Setembro Amarelo, mês da campanha de conscientização para a prevenção ao suicídio e para os cuidados com a saúde mental. Vamos aproveitar a data para mostrar, ao longo do mês, no Comunica UFU, as ações da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e de sua comunidade sobre saúde mental.

A universidade estará representada no Symposium Internacional “Formando Lideranças para o Desenvolvimento Futuro: Compartilhando Experiências”, que acontece no dia 6 de setembro, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça.

A edição 2019 do evento, que é realizada pela Fundação Antonio Meneghetti, terá como um de seus palestrantes o professor Tommy Akira Goto, do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Uberlândia (IP/UFU), que falará sobre “Como a Psicologia pode ajudar um jovem”.

A ONU tem quatro sedes, sendo a de Genebra considerada como um dos centros mais importantes do mundo para a diplomacia e cooperação internacional.

Como aconteceu o convite

O professor Goto é um dos pesquisadores pioneiros no Brasil sobre Fenomenologia Edmund Husserl e sua relação com a Psicologia – uma filosofia/metodologia que, segundo ele, consiste em tentar voltar a origem das coisas, a partir de determinados procedimentos racionais para chegar ao ponto de partida de seus significados e sentidos, tal como se manifestam.

Por causa de seus estudos, em 2017, Goto foi chamado pela Faculdade Antonio Meneghetti (AMF) para ser docente convidado/visitante na graduação e pós-graduação em Ontopsicologia, parceiro em projetos de pesquisa, de forma voluntária e esporádica, na instituição.

Algum tempo depois, esse vínculo acabou resultando no convite para que o pesquisador palestre no evento, compartilhando suas pesquisas em Fenomenologia e Ontopsicologia com um público de mais de 130 países.

Contribuições da Psicologia para a juventude

Ao pensar nesse tema, logo se imagina uma receita mágica ou uma técnica milagrosa que possa ajudar todos os jovens. Mas, na prática, não funciona dessa forma. Goto aponta que “é preciso que os psicólogos e aqueles que lidam com os jovens reflitam, em primeiro lugar, o que é o ser humano”. Ou seja, para se construir um conhecimento mais próprio sobre a juventude, é fundamental enfrentar as questões que circundam a natureza humana, buscando a compreensão da gênese de cada ideia, comportamento e demais aspectos integrantes do que se deseja apropriar.

O professor explica que não é possível a Psicologia, a partir de uma teoria já estabelecida, sem as devidas críticas analíticas, generalizar o entendimento sobre os jovens e nem prever uma fórmula que servirá para todos, pois o ser humano é complexo e cada um tem sua capacidade de reflexão, indagação, desejos e liberdade.

Por isso, a Psicologia fenomenológica e a Ontopsicologia visam a analisar a natureza do ser humano, começando, de maneira metódica, pela pergunta sobre o sentido do humano. O saber ontopsicológico ajuda a descrever e analisar o evento humano, como psicologia (ciência racional da alma), auxiliando no processo formativo humano, podendo recuperar a integridade da consciência do que é o ser humano, autenticando o humano criativo.

Goto esclarece que, no contexto educacional do jovem, a informação objetiva – grade curricular e conteúdos programáticos – é muito valorizada, enquanto que os aspectos humanos ficam negligenciados.

A informação por si só não traz uma contribuição decisivamente humana, pois, para que o jovem possa dar significado e sentido às informações recebidas, é necessário, primeiramente, acessar a sua essência enquanto ser humano.

Esse acesso é chamado pelo pesquisador de formação da pessoa humana. “É quando nós, humanos, nos potencializamos para aquilo que diz respeito à nossa própria natureza, desenvolvendo aquilo que nós somos e, para isso, precisa ter espaço. O que eu percebo é que não existe esse espaço do especificamente humano no ambiente educacional”.

O professor ainda destaca que “não é a informação que gera a formação, mas a formação que gera significado para a informação”, já que somente uma pessoa formada como pessoa é capaz de formar outra. Nesse sentido, o pesquisador recomenda que os profissionais que têm suas atividades relacionadas ao desenvolvimento dos jovens podem possibilitar com que esses comecem a pensar sobre formas de lidar com o humano, não se restringindo à mera transferência da informação, mas propondo conexões e sentidos.

Veja, nos próximos dias, outras publicações no Comunica UFU relacionadas ao Setembro Amarelo. Você também pode enviar sua sugestão de pauta em www.comunica.ufu.br/divulgacao.

Fonte: Comunica UFU

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