O Defensor Nacional de Direitos Humanos, Dr. Eduardo Nunes de Queiroz, e a Secretária Geral de Articulação Institucional substituta, Dra. Lígia Prado da Rocha, estarão no local amanhã onde irão realizar um levantamento dos impactos e elaborarão um plano de atuação da DPU para prestar atendimento à população atingida no âmbito de sua competência.
A Defensoria Pública da União e a Defensoria Pública do Espírito Santo, enquanto integrantes do grupo que há três anos tem lutado pela justa reparação do desastre causado e ainda não reparado no Rio Doce por Vale, Samarco e BHP Billiton, lamentam o rompimento da Barragem VI no Córrego do Feijão em Brumadinho/MG.
É espantoso que, tão pouco tempo após o desastre de Mariana, a tragédia volte a assolar os trabalhadores da mineração e as populações ribeirinhas de Minas Gerais.
Sabe-se que o acionamento do Plano de Atendimento a Emergências para Barragens e do Corpo de Bombeiros não esgota a responsabilidade da empresa em prestar socorro imediato e adequado à população local, empreendendo medidas para reduzir os danos decorrentes do rompimento.
Espera-se que a Vale S/A e o Poder Público apurem a causa da tragédia e trabalhem com pleno respeito às populações atingidas para a superação de mais essa tragédia.
A Defensoria Pública da União se coloca à disposição da população e dos órgãos governamentais locais e informa que o Defensor Nacional de Direitos Humanos, Dr. Eduardo Nunes de Queiroz, e a Secretária Geral de Articulação Institucional substituta, Dra. Lígia Prado da Rocha, realizarão um levantamento dos impactos no local e elaborarão um plano de atuação da DPU para prestar atendimento à população atingida no âmbito de sua competência.
Assessoria de Comunicação Social Defensoria Pública da União