“Foi com a boca na botija” – cidadão tenta se livrar da PM, mas não deu certo
Parece que algumas pessoas acreditam mesmo que praticar atos criminosos sempre dá certo, mas se esquecem que muitas vezes o errado continua não sendo o certo e aí…acabam em situações desfavoráveis. Foi assim com um “cidadão” acabou sendo preso, sob a acusação de tráfico de drogas no bairro Dona Zulmira, em Uberlândia-MG. A ocorrência foi registrada no início da madrugada deste domingo (12), na Rua Tungstênio, mas um trabalho em que a comunidade teve relevante participação, por meio do Disque Denúncia Unificada (DDU) – 18 1. Após receberem a informação do que estaria ocorrendo, uma equipe da Polícia Militar (PMMG) foi para o bairro e deu início ao patrulhamento pelas vias públicas. Assim que chegaram na referida Rua Tungstênio, visualizaram um determinado homem com as características da pessoa que fez a denúncia. O “paranauê” é tão perfeito que o citado “papa-léguas”, assim que avistou o conhecido giroflex vermelho, virou corredor de maratona, mas não surtiu muito efeito porque acabou “perdendo” a linha de chegada. Ao ser visto pela PM, o sujeito estava exatamente “com a boca na botija”, em contato com outro indivíduo de cor clara, trajando calça jeans e camiseta branca. Entretanto, não estavam discutindo sobre futebol, mas recebendo um objeto e/ou material suspeito. Depois da tentativa frustrada de “atletismo” do suspeito, os militares o abordaram e para a surpresa de ninguém, eis a contabilidade dos fatos. O “corredor sem fôlego” estava de posse de 48 pinos de cocaína, duas pedras de crack grande, que de acordo com os PMs, se fossem fracionados poderia chegar a 60 pedras comerciáveis, além de mais 38 pedras de crack “avulsas”, R$42 em espécie e para fechar um telefone celular, possivelmente para os contatos delivery. Após todos os trabalhos de checagem, o homem recebeu voz de prisão pelo crime de tráfico de drogas. Respeitando os processos legais, ele foi primeiro encaminhado para a Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do bairro Roosevelt e posteriormente, após a confecção deste registro, entregue a Delegacia de Polícia, juntamente com os materiais apreendidos.
Por Cássia Bomfim
Imagem meramente ilustrativa
