“Olha o mão leve aí, gente!”
Cidadão surrupia materiais de uma residência
Pode ser durante o dia, tarde, noite e até mesmo na madrugada, os espertinhos não dão trégua. Por volta das 02h da matina, na Rua Rio Tietê, no bairro Mansour em Uberlândia-MG, um homenzarrão de 30 aninhos, fez uma visita, sem ser convidado, a uma residência em reforma. Estima-se que na verdade o sujeito queria fazer “um cata” de alguns objetos bem peculiares. Até aí a ação foi exitosa, mas ele não contava com o patrulhamento da Polícia Militar (PMMG) pela região. Após o ato nada honroso, o cidadão saiu “leve e solto” com uma mochila, de cor preta nas costas, todo faceiro, mas quando estava na Rua Rio Parnaíba, deu de cara com uma guarnição da PM que fazia o patrulhamento. Como a experiência dos militares é um dos fatores fundamentais para o exercício da função, o “gatuno da noite” levantou suspeitas ao perceber os militares e ficou muito nervoso. Diante da situação, a PM o abordou. Ele foi identificado e durante a busca na mochila, surpresa! Os policiais encontraram quase uma pequena “lojinha”. Haviam diversos utensílios de obra: 04 engate flexível de 60 cm da marca Krona, 03 sifão extensivo universal herc., 01 sifão sanfonado universal da marca Astra, 03 tubos de ligação para vaso sanitário da marca Blukit, 01 Multissifão da marca Krona, 03 válvulas de lavatório metal da marca Alpha, 01 tubo de ligação da marca Fere e 1 extensão de fio de cor preta, sem marca, de aproximadamente 8 metros de comprimento. As viaturas fizeram diligência até o local onde, o sujeito disse que havia furtado os materiais. O local é uma residência em reforma/construção na rua Rio Tiête. Os policiais militares até tentaram localizar o proprietário, porém até o encerramento da ocorrência não obtiveram êxito. Em virtude disso, foi dado voz de prisão ao “amostradinho da lojinha” por furto, que teve seus direitos Constitucionais garantidos e foi atendido no UAI do Roosevelt e posteriormente encaminhado à Delegacia de plantão, juntamente com todos os materiais surrupiados.
Por Cássia Bomfim
Imagem meramente ilustrativa
