Trafico 20/11/24 18:38hs
Rua Opala, no bairro Dona Zulmira, em Uberlândia-MG, já é bem conhecida, não por ser uma rua com o nome de um carrão, mas por ser “ponto de encontro/comércio do capiroto”, segundo as inúmeras denúncias anônimas recebidas no 181. Pois bem, nesta quarta-feira (20), feriadão, início da noite, militares estava em patrulhamento quando, neste local, avistaram um jovem de 18 anos, talvez “com nada na cachola”, em frente ao portão da casa mais “comentada nas bocas de matildes”.E não é que assim que o guri avistou os “homi”, nem disfarçou, tentou sair de fininho, fechando o portão…Aí, a “pulga” cantou no ouvido dos policiais que deram ordem para o jovem parar, mas ele saiu bem de “pernalonga” tentando correr para os fundos do quintal da residência e deu ruim, muito ruim: a maratona foi interrompida. Após busca pessoal, foi localizado no bolso traseiro direito da bermuda do “mancebo”, três tabletes e uma bucha de maconha, dois pinos de cocaína e R$140 reais em dinheiro (cédulas de pequeno valor). Foi localizado ainda, nos fundos da residência, local onde o autor foi abordado, quatro sachês de cocaína (branquinha…branquinha) (conhecida pelo nome de exportação, por ser mais pura que as demais). Foi encontrado no quintal da residência, um invólucro plástico de cor preta, com 12 pinos de cocaína (pinos de mesma cor e lacre dos que foram encontrados no bolso do autor). Questionado o morador da residência, respondeu que trabalha como servente de pedreiro e que o autor é um velho conhecido, mas ele tinha acabado de chegar na casa quando o “pivete fujão” pediu água e já estava saindo. O dono da casa alega não saber que o jovem portava drogas, o invólucro preto contendo pinos de cocaína foi dispensado pelo autor no momento da abordagem policial. Indagado se havia mais drogas na casa, ele negou e nos franqueou a entrada da PM. Após buscas, realizadas pelo 2° Sgt Alves, nada de ilícito foi encontrado no interior da casa. O autor recebeu voz de prisão, lido e garantido seus direitos constitucionais, questionado sobre os fatos o autor afirmou que tinha acabado de chegar na casa do amigo, pediu um copo de água, quando avistou a viatura policial ficou com medo de ser preso, dispensou um invólucro contendo pinos de cocaína, correu para os fundos para tentar dispensar das outras drogas que estava em seu bolso. Entretanto, ele mesmo afirmou que conseguiu dispensar apenas os sachês com cocaína e que costumeiramente realiza a venda dos entorpecentes em via pública, em frente a casa do amigo, quem precisa de um amigo assim… O cidadãozinho foi conduzido para a Delegacia de Plantão, juntamente com todos os materiais.
Por Cássia Bomfim
Imagem meramente ilustrativa
