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Alô Uberlândia – Segurança Pública – 11/11/24

Posted on 11 de novembro de 2024

“Vou, mas volto no meio do caminho” – A saga da mala preta no bagageiro de um ônibus interestadual

Madrugada de domingo (10), bairro Martins, uma ocorrência registrada pela equipe do Tático Móvel da Polícia Militar (TM-PMMG) em Uberlândia-MG. A equipe estava realizando patrulhamento na área quando foi informada, via rede de rádio da central (Copom), sobre uma denúncia anônima de possível tráfico de drogas. De acordo com a denúncia, uma mulher de 35 anos teria embarcado no Terminal Rodoviário, levando uma mala “recheada” de drogas. A pessoa, denunciante, forneceu algumas características do tipo a empresa que ela teria embarcado, a cor da mala utilizada (preta), entre outras. A denúncia ainda foi mais específica, informando que a referida mulher estaria no interior do ônibus de cor amarela e o itinerário seria de Uberlândia-MG para Anápolis-GO. Além disso, a mala teria sido despachada para dentro do bagageiro. De imediato, a equipe montou um cerco e bloqueio ao determinado veículo, para que a abordagem fosse realizada e consequentemente, verificar a veracidade das denúncias. Os militares foram para a BR 365 sentido ao bairro Tocantins e na altura do km 626 da rodovia conseguiram alcançar o ônibus e realizar a abordagem policial. Ao ser abordado o motorista do veículo o qual confirmou o destino do ônibus para a cidade de Anápolis, interior de Goiás. Ao ser perguntado se teria a lista de passageiros que estariam no interior do ônibus, ele afirmou que sim. Relatando exatamente em qual assento estaria a pessoa/suspeita que procuravam. Os policiais entraram no interior do veículo e caminharam até o determinado assento. Ao se aproximarem, indagaram o nome da mulher, que não apresentou nenhuma restrição, respondendo a indagação policial. De imediato, foi solicitado que a mesmo os acompanhasse até parte externa do ônibus. Ao ser questionada sobre a denúncia contra a ela, de imediato confirmou que na mala de viagens, realmente havia nove barras de maconha. Após o motorista do veículo verificar o número da passagem da mulher, ele indicou ao militar qual era a mala procurada. A determinada passageira, de pronto identificou e afirmou que a mala é de sua propriedade. Assim que o policial se aproximou da bagagem, foi possível sentir o forte odor que exalava do recipiente. O cheiro era bem característico de substância semelhante a maconha. Diante dos fatos e na presença da denunciada e demais testemunhas, os policiais abriram a mala e localizaram no interior a quantia de nove barras envoltas em um plástico de cor verde (maconha) com uma imagem de um “papai noel”. Aí…pausa a viagem, abre a porta porque ela vai descer…ou seja fim da viagem… Agora, o trajeto será outro, mas com a ciência de todos os diretos constitucionais garantidos e listados pelos militares. “como diz o ditado: perdeu, perdeu…contra fatos não há argumentos”, a mulher já mandou a “real”: “vou colaborar e responder todas as indagações da polícia”. Um parêntese: será que esta senhora pensa que está fazendo um favor? Tempos estranhos… Seguindo com o BO, ela disse que por volta de 19h um veículo de cor prata, provavelmente um carro de aplicativo de corridas, foi até a residência da mesma, na rua Aniceto Pereira e deixou a mala e a passagem com destino a Anápolis-GO. Ela explicou que entrou para dentro de casa com a dita cuja da mala preta e permaneceu, por volta de 3 a 4h antes de ir para até a rodoviária. Assim que chegou no Terminal embarcou no ônibus indicado na passagem e poucos minutos após embarcar foi abordada no interior do veículo e posteriormente localizada a mala de sua propriedade. Ela relatou que por tal transporte entre a cidade de Uberlândia até Anápolis, iria receber a quantia de R$1000 reais, só para fazer a entrega. A mulher também relatou que não conhece e nem sabe para quem entregaria a “mala sem alça e sem rodinhas”. Desfecho: Poderia até ser um enunciado de um longa metragem, com dificuldades financeiras, etc e tal, mas infelizmente é a verdade e a determinada mulher recebeu voz de prisão. Acabou adornada com um par de “pulseiras” prateada e foi levada para a Delegacia de Plantão, juntamente com miserável mala preta e tudo que estava “mocado” dentro dela. Além disso, é preciso acrescentar que a autora, antes de tudo, foi encaminhada até a Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do bairro Planalto, atendimento médico e não apresentava nenhuma lesão aparente.Alô Uberlândia
Segurança Pública – 11/11/24

“Vou, mas volto no meio do caminho” – A saga da mala preta no bagageiro de um ônibus interestadual

Madrugada de domingo (10), bairro Martins, uma ocorrência registrada pela equipe do Tático Móvel da Polícia Militar (TM-PMMG) em Uberlândia-MG. A equipe estava realizando patrulhamento na área quando foi informada, via rede de rádio da central (Copom), sobre uma denúncia anônima de possível tráfico de drogas. De acordo com a denúncia, uma mulher de 35 anos teria embarcado no Terminal Rodoviário, levando uma mala “recheada” de drogas. A pessoa, denunciante, forneceu algumas características do tipo a empresa que ela teria embarcado, a cor da mala utilizada (preta), entre outras. A denúncia ainda foi mais específica, informando que a referida mulher estaria no interior do ônibus de cor amarela e o itinerário seria de Uberlândia-MG para Anápolis-GO. Além disso, a mala teria sido despachada para dentro do bagageiro. De imediato, a equipe montou um cerco e bloqueio ao determinado veículo, para que a abordagem fosse realizada e consequentemente, verificar a veracidade das denúncias. Os militares foram para a BR 365 sentido ao bairro Tocantins e na altura do km 626 da rodovia conseguiram alcançar o ônibus e realizar a abordagem policial. Ao ser abordado o motorista do veículo o qual confirmou o destino do ônibus para a cidade de Anápolis, interior de Goiás. Ao ser perguntado se teria a lista de passageiros que estariam no interior do ônibus, ele afirmou que sim. Relatando exatamente em qual assento estaria a pessoa/suspeita que procuravam. Os policiais entraram no interior do veículo e caminharam até o determinado assento. Ao se aproximarem, indagaram o nome da mulher, que não apresentou nenhuma restrição, respondendo a indagação policial. De imediato, foi solicitado que a mesmo os acompanhasse até parte externa do ônibus. Ao ser questionada sobre a denúncia contra a ela, de imediato confirmou que na mala de viagens, realmente havia nove barras de maconha. Após o motorista do veículo verificar o número da passagem da mulher, ele indicou ao militar qual era a mala procurada. A determinada passageira, de pronto identificou e afirmou que a mala é de sua propriedade. Assim que o policial se aproximou da bagagem, foi possível sentir o forte odor que exalava do recipiente. O cheiro era bem característico de substância semelhante a maconha. Diante dos fatos e na presença da denunciada e demais testemunhas, os policiais abriram a mala e localizaram no interior a quantia de nove barras envoltas em um plástico de cor verde (maconha) com uma imagem de um “papai noel”. Aí…pausa a viagem, abre a porta porque ela vai descer…ou seja fim da viagem… Agora, o trajeto será outro, mas com a ciência de todos os diretos constitucionais garantidos e listados pelos militares. “como diz o ditado: perdeu, perdeu…contra fatos não há argumentos”, a mulher já mandou a “real”: “vou colaborar e responder todas as indagações da polícia”. Um parêntese: será que esta senhora pensa que está fazendo um favor? Tempos estranhos… Seguindo com o BO, ela disse que por volta de 19h um veículo de cor prata, provavelmente um carro de aplicativo de corridas, foi até a residência da mesma, na rua Aniceto Pereira e deixou a mala e a passagem com destino a Anápolis-GO. Ela explicou que entrou para dentro de casa com a dita cuja da mala preta e permaneceu, por volta de 3 a 4h antes de ir para até a rodoviária. Assim que chegou no Terminal embarcou no ônibus indicado na passagem e poucos minutos após embarcar foi abordada no interior do veículo e posteriormente localizada a mala de sua propriedade. Ela relatou que por tal transporte entre a cidade de Uberlândia até Anápolis, iria receber a quantia de R$1000 reais, só para fazer a entrega. A mulher também relatou que não conhece e nem sabe para quem entregaria a “mala sem alça e sem rodinhas”. Desfecho: Poderia até ser um enunciado de um longa metragem, com dificuldades financeiras, etc e tal, mas infelizmente é a verdade e a determinada mulher recebeu voz de prisão. Acabou adornada com um par de “pulseiras” prateada e foi levada para a Delegacia de Plantão, juntamente com miserável mala preta e tudo que estava “mocado” dentro dela. Além disso, é preciso acrescentar que a autora, antes de tudo, foi encaminhada até a Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do bairro Planalto, atendimento médico e não apresentava nenhuma lesão aparente.

Por Cássia Bomfim

Imagem meramente ilustrativa

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