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Crianças mostram com desenhos como foi passar por pandemia

Posted on 22 de novembro de 2022

Reunidos em e-books, relatos desenhados por crianças de todo o país mostram medos e dificuldades que atingiram jovens ao longo do último ano

“Sinto falta de sair de casa e das pessoas”, disse Daniel Gomes Pires, de 9 anos, logo acima de um desenho com um rostinho triste. A frase é parte do e-book “Enquanto não Passa – Relatos da Pandemia”, uma iniciativa do Sistema de Ensino Aprende Brasil para registrar e compilar os sentimentos de crianças de todo o Brasil durante os vários meses de aulas remotas e confinamento causado pela covid-19. Além de retratar o que os pequenos estavam sentindo naquele momento, a ideia era exercitar a esperança de como o mundo seria quando tudo passasse.

“É muito interessante notar que, embora as crianças tenham sentido muito profundamente o afastamento dos amigos e professores, elas sempre tiveram uma mensagem de esperança no futuro, mesmo durante as piores fases da pandemia”, diz a gerente de marketing e produto da Editora Aprende Brasil, Damila Bonato. Agora, todos esses relatos estão reunidos em 20 volumes organizados em formato digital e separados por região. São histórias escritas e desenhadas por estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, com orientação de educadores.

No papel, muitos desenhos de casinhas para representar os dias passados sem poder sair de casa. E também muitas cores mostrando como esses estudantes estavam imaginando a volta à vida normal, com brincadeiras entre amigos, dias de sol no parque, restaurante com a família e outros pequenos prazeres que precisaram ficar de lado enquanto ainda não havia vacina para o novo coronavírus. Com apenas sete anos, Eduardo Luis Vaz Uema desenhou uma criança em uma espécie de bolha, usando máscara e cercada por muitos vírus, acompanhada da frase “é chato ficar só em casa”. Ao lado, para representar como seria depois da pandemia, um fundo amarelo e duas crianças com uma bola de futebol completam o relato por escrito “eu vou jogar futebol quando a pandemia acabar”.

Para Damila, a simplicidade dos desenhos e relatos dessas crianças é um documento histórico importante para as próximas gerações. “Registrar como passamos por essa pandemia é uma forma importante para que as próximas gerações compreendam o que foi esse período na história da humanidade. E os relatos das crianças têm uma relevância muito grande porque são uma visão específica de um momento histórico”, destaca. Por meio dos e-books é possível ter uma nova dimensão do que significou, para essa geração, mudar hábitos sociais e sanitários por tanto tempo. Emoções como tristeza, solidão e saudades são uma constante nos desenhos vindos de todas as partes do país e mostram que a angústia trazida por esse contexto foi vivenciada por praticamente todas as pessoas, não importa a idade que têm ou o lugar em que moram.

Fonte: central press

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