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Tráfico internacional pode ser a sentença de morte para uma jovem do interior de Minas

Posted on 23 de fevereiro de 2022

A essência da matéria que vamos exibir aqui no Alô Uberlândia é do Portal da Cidade de Pouso Alegre. Uma cidade tranquila, situada na Região Sudeste do país, no sul do estado de Minas Gerais. É um caso muito triste que envolve uma garota de apenas 22 anos, mas que também está no emaranhado criminoso – TRÁFICO DE DROGAS. Para algumas pessoas, em especial no Brasil, a comercialização de drogas ainda é um crime previsto no Código Processual Penal Brasileiro (CPPB) – artigo 33, mas existem diversas atenuantes, o usuário, o dependente, não pode ser enquadrado como alguém que “infringiu a Lei” e sim como uma pessoa com dependência química.

Quem já viveu ou vive situações desta natureza, sabe do que estamos falando. Sim. O dependente químico precisa de tratamento, de auxílio, de Políticas Públicas que possam atender usuários e familiares porque todos adoecem, mas a questão não é apenas essa. Infelizmente, os chamados por alguns “segmentos” de “comerciantes” não são tão solidários, amigos, gente boa…pelo contrário, são mais tóxicos do que o próprio produto que “fornecem”. Entretanto, com exceções, obviamente para os grandes, eles não consomem o seu “ganha pão”, mas em muitos casos, ouso dizer 90%, “usam” dos dependentes para acelerar o processo de disseminação das drogas, da venda mesmo. Os chamados “mulas” que consomem o produto e como pagamento e sustento do vício, passam a comercializar. Isto, estamos fazendo apenas um breve, bem breve relato desta maldição que está matando e destruindo pessoas, jovens, crianças em todo o mundo. Entretanto, em alguns países essa “brincadeira do mal”, essa comercialização do produto leva à morte, sem apelação, sem fiança, sem misericórdia humana, mas com fuzilamento. Mesmo assim, alguns ainda insistem em “sonhar” e desafiar as leis e depois… sobram apenas lágrimas, lamentos e tentativas de liberdade que dinheiro nenhum no mundo paga o preço.

Não sei se este foi o caso da pouso-alegrense presa na Tailândia por tráfico internacional de drogas, juntamente com dois outros rapazes do Paraná. O caso, como está escrito pelo jornalista Eduardo do Portal da Cidade de Pouso Alegre:

Tudo teria começado quando uma jovem de 22 anos, Mary Helen Coelho Silva, deixou o emprego num restaurante em Pouso Alegre e no dia 10 de fevereiro, uma quinta-feira, viajou para Curitiba, no Paraná, onde se juntou a dois outros jovens, de 24 e 27 anos, e viajaram para a Tailândia com as malas recheadas de cocaína. Um deles foi em voo separado e chegou ao país horas depois.

No Aeroporto de Bangkok, a capital tailandesa, a bagagem passou por inspeção de raio X, que acusou produto suspeito no interior das malas de dois passageiros. Levados para a Alfândega, Mary Helen e o amigo paranaense de 27 anos foram flagrados com 9 quilos de cocaína em suas bagagens. O outro jovem desembarcou em voo separado poucas horas depois, mas foi igualmente detido com 6,5 quilos de drogas.

A partir daí começou o pesadelo para os três brasileiros e, principalmente para a família de um deles, a pouso-alegrense Mary Helen Coelho Silva. O trio será julgado e poderá ser punido com prisão perpétua ou pena de morte, dependendo das circunstâncias e a quantidade de droga apreendida.

O caso chegou à imprensa através do Itamaraty e foi primeiramente divulgado pela G1 do Paraná, porém sem informar que a jovem presa era de Pouso Alegre.

A essa altura a família já havia recebido um áudio da acusada, pedindo ajuda e que fosse comunicado o acontecido ao “Dr Edson”.

“

Ela me mandou um áudio desesperada falando que tinha sido presa na Tailândia. Pediu para eu ajudar ela de alguma forma, entrar em contato com a embaixada brasileira. Só que eu não tinha noção da dimensão daquilo, não sabia da gravidade. Pra mim, ela estava viajando para Curitiba atrás de algum namorado, essas coisas que os jovens fazem”, disse a irmã mais velha Mariana Coelho, de 27 anos, casada e que mora separada da família.

Familiares então mencionaram sobre a prisão em redes sociais e o PORTAL DA CIDADE fez a ligação da apreensão de drogas com os três brasileiros em Bangkok, com a pouso-alegrense que embarcou num voo em Curitiba com destino ao país asiático.

O PORTAL DA CIDADE POUSO ALEGRE foi o primeiro veículo no Sul de Minas a noticiar o fato, logo após descobrir que a jovem era desta cidade, conforme notícia veiculada em primeira mão no sábado (19). Ainda naquela tarde foi feito o primeiro contato com a mãe e uma amiga de Mary Helen e elas relataram o temor pela integridade física da brasileira.

AJUDA

Mariana Coelho disse que a família entrou em contato com o Itamaraty através de e-mail e obteve informação de que o caso está sendo acompanhado pelo corpo diplomático, mas pouco pode avançar além de garantir que a brasileira tenha seus direitos respeitados.

“Queremos uma ajuda, não é possível que não tem nada o que ser feito. Eu mandei um e-mail para o Itamaraty. Eles me retornaram dizendo que tem ciência que a minha irmã estava presa em Bangkok, mas que eles não poderiam contratar um advogado. Eu não sei na verdade como eles podem ajudar. Acho que ninguém tem direito de tirar a vida de ninguém. Pagar com a vida é muito forte, ne? Uma menina de 22 anos é muito jovem”, afirmou Mariana.

A FAMÍLIA

Mary Helen é a filha do meio de uma família de cinco irmãos, de pais diferentes, residentes no bairro São João em Pouso Alegre. A mãe faz tratamento contra um câncer e passou muito mal ao saber da prisão da filha.

Segundo informações de parentes e amigos, ela trabalhava. Tinha como projeto instalar uma casa comercial para revender os bolos que fazia com a irmã mais velha, Mariana, pretendia também adquirir uma moto e já estava frequentando uma autoescola.

Na semana anterior à viagem, Mary Helen deixou o emprego no restaurante que trabalhava e viajou para Curitiba (PR), onde se encontraria com um rapaz que teria conhecido. Ela não deu detalhes sobre a ida ao país asiático, segundo a irmã.

RISCO DE PENA DE MORTE

O caso da pouso-alegrense presa na Tailândia, juntamente com outros dois brasileiros, está sendo acompanhado pelo Itamaraty, através da embaixada de Bangkok. O órgão informou que prestará toda assistência aos brasileiros, mas por não existir tratados de extradição entre os dois países, pouco pode avançar além de garantir que eles tenham seus direitos preservados.

Alguns países asiáticos aplicam a pena de morte como punição aos casos de tráfico de drogas, dependendo da quantidade e circunstâncias. A Tailândia é um deles. Em 2015 dois brasileiros foram executados na Indonésia, país localizado na mesma região. Marco Archer Cardoso Moreira, um instrutor de voo de 53 anos que tentou entrar no país com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta, e Rodrigo Muxfeldt Gularte, surfista de 42 anos, preso em 2004 com 6 quilos de cocaína ocultos numa prancha de surfe, ambos executados por um pelotão de fuzilamento

*Fonte: Portal da Cidade Pouso Alegre

Adaptação: Cássia Bomfim

Fotos: TV Minas.com

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