A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu as investigações referentes ao inquérito que apurou a origem e a autoria de um vídeo compartilhado em redes sociais, em maio deste ano, no qual uma mulher relatava que caixões estariam sendo enterrados com pedras no lugar de vítimas da Covid-19. No vídeo, ela ainda sugeriu o envolvimento da Prefeitura de Belo Horizonte na suposta farsa.
O inquérito policial foi concluído com o indiciamento da suspeita pelo crime de denunciação caluniosa, que prevê pena de 2 a 8 anos de prisão, e pela contravenção penal de provocação de pânico ou tumulto, com pena que varia de 15 dias a 6 meses de reclusão.
Entenda o caso
No dia 5 de maio, a PCMG instaurou inquérito para apurar a publicação de um vídeo, em redes sociais, no qual uma mulher relatava que caixões estariam sendo enterrados com pedras no lugar de supostas vítimas da Covid-19, em Belo Horizonte.
No dia seguinte, uma equipe de policiais da 4ª Delegacia de Polícia Civil Centro, da capital, compareceu ao município de Campanha, no Sul do estado, onde identificou e localizou a autora do vídeo. A suspeita foi conduzida até a Delegacia de Polícia da cidade, onde prestou depoimento. Ela ainda teve o aparelho celular apreendido para exames periciais.
Na oportunidade, a suspeita fez um vídeo para se retratar do ocorrido, contudo, ao final das investigações, foi indiciada.
Fonte: Polícia Civil MGSuspeito de 27 anos foi apreendido com cerca de 110 pedras de craque e dinheiro no bairro Esperança
A ocorrência foi registrada durante a tarde desse domingo por volta das 15h51min, na rua Katia Regina Cardoso, bairro Esperança
Segundo informações da polícia militar, estavam realizando patrulhamento pelo bairro quando depararam com um suspeito em frente a residência, em atitude suspeita. Ao realizarem as buscas no imóvel com permissão do proprietário, foram localizados, uma pedra de crack e, em um buraco de tijolo na parede da casa, mais 110 pedras da mesma substância e o valor de r$ 177,00, em notas trocadas. O homem, de 27 anos, alegou que as drogas localizadas são de sua propriedade e que estava comercializando para realizar o pagamento de honorários referente a sua ultima prisão por tráfico. Diante dos fatos, foi dado voz de prisão ao suspeito, que foi entregue na delegacia de plantão juntamente com o material apreendido.
Fonte barra crédito imagem: Polícia Militar/MG