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Esclerose Múltipla: uma doença que não faz distinção

Posted on 16 de agosto de 2018

Quase três milhões de pessoas no mundo têm o diagnóstico

Alterações visuais, perda da força muscular, da coordenação motora ou equilíbrio, tontura e perda da sensibilidade, podem ser sintomas ligados à rotina estressante que muitos vivem. Entretanto, tais características podem estar associadas a algo muito mais grave: a Esclerose Múltipla, uma doença neurológica, crônica e autoimune, que provoca lesões cerebrais e medulares. Comemorado em 30 de agosto, o Dia Nacional de Conscientização Sobre Esclerose Múltipla, tem o objetivo de trazer informações sobre o tema.

Essa doença tem sido foco de estudos da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla. De acordo com Departamento de Informática do SUS (DATASUS), no Brasil existem 35 mil portadores de Esclerose Múltipla e cerca de 13 mil em tratamento. A Organização Mundial de Saúde (OMS), estima que, atualmente, mais de 2,5 milhões no mundo tenham o diagnóstico.

A doença neurológica mais comum na população entre 20 e 40 anos, principalmente em mulheres. Ou seja, atinge principalmente adultos jovens, na fase ativa da vida. A Esclerose Múltipla tem alta prevalência, acomete sem distinções de classe social e, no Brasil, é uma doença pouco conhecida.

Segundo o neurologista do Hospital Santa Genoveva, Vinicius Vasconcelos Teodoro, é possível conseguir qualidade de vida, apesar do diagnóstico. “A manifestação da doença ocorre em surto rápidos, com duração dos sintomas por poucos dias. Por isso o paciente acaba não dando muita importância àquelas pequenas alterações na força ou na sensibilidade, demorando a chegar ao profissional. O que pode atrasar o diagnóstico correto, em média, em quatro anos. Apesar disso, existem diversos medicamentos que auxiliam no controle dos sintomas e a reduzir a progressão da doença. Como têm um alto custo, vários deles são fornecidos pelo Estado”, afirma o médico.

Os fatores de risco são: idade, gênero, histórico familiar e a localização geográfica, sendo mais comum no hemisfério norte. Na maioria dos casos, o tratamento é medicamentoso; existem diversos medicamentos orais e parenterais, e multiprofissional com fisioterapia, terapia ocupacional e psicólogo. A decisão de qual melhor tratamento a seguir é tomada pelo médico especializado em conjunto com a família do paciente.

“É importante salientar que, mesmo com o diagnóstico de Esclerose Múltipla, é possível conseguir manter a qualidade de vida por meio de um bom tratamento médico-hospitalar”, finaliza o neurologista.

Prelo Comunicação

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