Segurança pública

Segurança Pública – Alô Uberlândia

Por Cássia Bomfim

Segurança Pública – Alô Uberlândia

Resumo das principais ocorrências em Uberlândia-MG

Equipes da PMMG não pararam: Êta lele…Furtos, porte ilegal de arma e maus tratos

Vamos começar pelo furdunço que alguns menores e outros fizeram no comércio do centro da cidade, precisamente na avenida Afonso Pena. Deu trabalho, vamos aos fatos, mas antes é preciso destacar: nas idades apresentadas, são “di menor”, mas tudo bem, porque tem o direito de eleger “seus” representantes políticos, sair para as baladas até altas horas, “fazer amor”, ingerir bebidas alcóolicas… maaaasssss CUIDADO, não podem sequer serem “responsabilizados” por condutas erradas, nem serem tratados como “presos”, mas apreendidos…(é a LEI), em alguns casos, até quem oferece trabalho à eles pode ter problemas com a Justiça…, enfim, então bora lá…
Inicialmente, houve denúncia no 190 de que cerca de seis pessoas, sendo um casal aparentando ser maior de idade, e os demais todos com aparência de serem menores de idade, entraram em um estabelecimento comercial, uma loja, mas não foi para fazer compras. O grupo queria mesmo era causar. Agindo sincronizados, começaram fazer um arrastão generalizado, “mãos rapidinhas” foram colocando vários produtos da loja em mochilas que já estavam prontas para serem usadas, já que chegaram com elas no estabelecimento. O que o grupo não sabia, a princípio, é que estavam sendo monitorados pelos funcionários. Entretanto, assim que descobriram o intento e que seriam abordados, “a patota” começou a se espalhar pela loja e, como “lebres serelepes” começaram fugir pelas ruas da região central da cidade, mas “sabiamente” se dispersaram, para dificultar as identificações e localização. A PMMG foi acionada e viaturas saíram em patrulhamento, na tentativa de localizar a “galera da mão leve e rápida”, suspeita do delito. Por intermédio do Sistema de Vídeo Monitoramento da Polícia Militar, inicialmente, flagrou várias pessoas correndo pela rua Tenente Virmondes, sentido bairro Cazeca. Em seguida pararam no cruzamento da rua Tenente Virmondes com a av Cesário Alvim. A equipe policial desceu pela rua Quintino Bocaíuva e parou a VP próximo ao cruzamento com a av Cesário Alvim. Para agilizar os trabalhos, os PMs, desembarcaram e ficaram monitorando, à distância, os envolvidos que pararam, por um tempo, próximo ao hotel Itamaraty. Depois começaram a caminhar pela av Cesário Alvim, sentido a rua Quintino Bocaíuva onde a equipe policial estava posicionada. Uma parte do “grupinho” atravessou a avenida e ao perceberem os militares, gritaram para os “coleguinhas” e deram no pé (aliás fôlego nãos lhes falta). Desceram a rua Tenente Virmondes, sentido bairro Cazeca. Em virtude das dispersões rápidas, se misturando com outras pessoas, agindo como “ratinhos/camundongos”, a PM solicitou apoio de outras equipes. Uma dessas equipes, que estava em patrulhamento, conseguiu localizar o infrator de 21 anos na rua Eduardo de Oliveira e uma menor de 17 anos, que inicialmente, conseguiu fugir mas, foi rendida. No momento da abordagem a menor portava uma mochila de cor preta, que continha parte do material subtraído da loja. Em um primeiro momento ela negou qualquer envolvimento no “arrastão” e ainda disse que tinha o cupom fiscal da compra dos produtos, mas ao receber a devida busca, não foi localizado nenhum cupom fiscal que comprovasse a compra. Com os demais infratores nada de ilícito foi localizado, mas quando, durante a fuga, pararam em frente ao hotel, os militares que os monitoravam à distância, viram que consumiram parte dos objetos furtados. Infelizmente, uma parte dos infratores não foi localizada pelas equipes policiais. Rapidamente, em meio à multidão, se dispersaram durante a fuga e com eles provavelmente, ficaram o restante dos produtos surrupiados do comércio. A “mocinha di menor-vítima da sociedade” ficou irritada, resistente em obedecer as ordens dos militares..(tadinha, talvez estava frustrada ou quem sabe até de TPM, não tendo mais a chance de “comprar um celular ou tomar um refri”). Após as abordagens dos infratores, os policiais retornaram na loja e, em contato com os funcionários, fizeram uma acareação através das imagens dos infratores que foram localizados. Todos reconheceram os suspeitos. Além disso, os militares foram informados que a menor (estressadinha), é “freguesa indesejada frequente” da loja e sempre “passa os cinco ou 10 dedos”, agindo com rapidez e sempre acompanhada de outras pessoas. Diante do exposto os infratores foram presos/apreendidos e encaminhados a Delegacia de Plantão, juntamente com os materiais recuperados após serem atendidos na UAI do bairro Roosevelt.

Porte Ilegal de arma branca

Durante patrulhamento ostensivo pela avenida Segismundo Pereira, bairro Novo Mundo, em Uberlândia-MG, a guarnição Policial Militar se deparou com o autor, 39 anos, transitando pela via pública, portando de maneira ostensiva uma faca, gesticulando de modo agressivo e exaltado, proferindo dizeres sem quaisquer sentidos. Foi procedida abordagem do autor, com cautela, devido ao seu estado de exaltação e uma faca que estava com ele foi apreendida. O autor não disse porque estaria portando uma arma branca de modo ostensivo em plena via pública. Assim, os militares deram voz de prisão em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma branca, sendo inteirado todos os direitos constitucionais. Não foi possível lavrar o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) correlato a este fato, uma vez que o autor recusou-se a assinar o termo de compromisso de comparecimento do mesmo. Em virtude disso, foi necessário conduzi-lo até a Delegacia de Plantão. O autor foi encaminhado a UAI Tibery. De acordo com a PMMG, o autor possui três passagens pela polícia pelo mesmo ilícito (porte ilegal de arma branca), sendo que dois destes, populares solicitaram a PM nos respectivos locais, onde o autor, de modo exaltado e agressivo intimidava, a todos. Outrossim, este autor possui também diversas passagens por ameaça, suspeito de ter ameaçado uma senhora mediante uso de arma branca.

Caçar, perseguir, apanhar ou matar espécimes da fauna silvestre nativa

Rodovia MGC 497

Polícia Militar (PMMG) recebe denúncia anônima de maus tratos à cães por um morador de um condomínio, na Rodovia MGC 497. Segundo a denúncia, o suspeito também teria o costume de colecionar couros de cobras, que o mesmo mata as cobras, disseca o couro. A denúncia informa ainda que por várias vezes, a pessoa postou no grupo do condomínio, além de acreditarem que deva ter muitos animais silvestres dessecados na chácara do autor. Diante das informações, os militares compareceram primeiramente na chácara, onde foi feito contato com o caseiro, que ficou ciente da denúncia, franqueou a entrada da guarnição da PM Ambiental para a fiscalização. Os policiais viram cinco cães da família. Todos os animais ativos, sem ferimentos aparentes, bem alimentados, cobertura para abrigarem das intempéries do tempo sol/chuva, não foi constatado maus tratos, não sendo encontrado nenhum couro de cobra, nem mesmo animal silvestre morto. Em ato continuo a fiscalização, na chácara, a guarnição ambiental, em contato com o autor, 36 anos, o qual ficou ciente da denúncia, franqueou a entrada na chácara para a fiscalização, juntamente com a testemunha membro da associação, mostrou os seis cães, todos animais ativos e sem ferimentos aparentes, bem alimentados, cobertura para abrigarem das intempéries do tempo sol/ chuva, não foi constatado maus tratos aos cães.
Em entrevista, os Policiais Ambientais, questionaram sobre as cobras cascáveis mortas e o homem confessou, perante as testemunhas, qualificadas no Boletim de Ocorrência (BO), que alguns dias antes, matou duas cobras cascavéis por temer que atacassem seus cães, que nada aconteceu com os cães, mas que retirou o couro de cada cobra e dias depois do fato jogou os couros e os restos das cobras no lixão que fica na estrada vicinal ( estrada dos macacos). Depois disso tirou fotos e postou no grupo de whatsapp para alertar os moradores. Diante da análise do fato, da confissão do proprietário, foi autuado administrativamente, conforme o Auto de Infração nos termos do artigo 112, anexo v, código 502, do decreto 47.383/2018, no valor de 4800 UFEMG, no valor de R$25.342,56. Em tese, o homem, cometeu crime contra o meio ambiente, descrito no artigo 29, da Lei Federal 9605/98, de competência do Juizado Especial Criminal, por se tratar de infração de menor potencial ofensivo, nos termos do artigo 61 da lei 9099/95, não foi confeccionado o Termo de Compromisso de Comparecimento devido não estar mais em flagrante delito.

Imagem ilustrativa