Saúde

Campanha de vacinação contra gripe começa hoje (10)

Município tem 73 salas de vacina à disposição da comunidade. Neste primeiro momento, mobilização será com crianças e gestantes

A partir desta quarta-feira (10), as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários devem reforçar o compromisso com a própria saúde e se vacinar contra a gripe. A 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza deverá abranger aproximadamente 170 mil pessoas em Uberlândia. O período de imunização será de 10 de abril a 31 de maio, sendo o Dia D realizado em 4 de maio.

Neste ano, a estratégia adotada pelo Ministério da Saúde será de acordo com momentos específicos da campanha. Sendo assim, de 10 a 19 de abril, as equipes de imunização da rede municipal intensificarão a mobilização com crianças e gestantes. Depois, de 22 de abril a 31 de maio, a vacinação acontecerá para todos os grupos prioritários. Outra novidade este ano é a ampliação da idade máxima para seis anos.

Segundo a coordenadora do Programa Municipal de Imunização, Claubia Oliveira, o plano de ação adotado pelo Ministério da Saúde busca melhorar a cobertura vacinal entre os grupos. “É importante que a gente sensibilize esse público para que eles possam realmente se imunizar, porque nós não estamos protegendo contra qualquer tipo de gripe, são três tipos graves, que são a H1N1, H3N2 e Influenza B. São vírus que normalmente evoluem com complicações nesses grupos prioritários”, explicou.

Vacinação indispensável

A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é uma das principais complicações causadas pelas gripes Influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B, o que faz da vacinação algo indispensável. A vacina é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Por isso, de acordo com a coordenadora, é preciso que o público-alvo compareça aos postos para receber as doses. Ao todo, são 73 salas de vacinas distribuídas por toda a cidade.

“Os sintomas não são simplesmente coriza. Normalmente, são febre alta, muita dor no corpo, vômito e falta de apetite. Pode evoluir para falta de ar e precisar de um suporte de oxigênio. E essas pessoas dos grupos de risco são as que geralmente precisam de uma internação simples ou até mesmo em Unidade de Terapia Intensiva (UTI)”, acrescentou Claubia Oliveira.

Fonte: Secom PMU

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