Cotidiano

Meu contar

Um dia a felicidade bateu à minha porta e eu não deixei entrar. Naturalmente ignorei, não perguntei, simplesmente não atendi. Naquela época eu era egoísta, vivia uma fase que o futuro era supérfluo, o objetivo era viver intensamente o momento, viver a atualidade. Nesse interim eu priorizava as oportunidades evidentes, não corria riscos de impossibilidades. Fui deixando para trás minhas marcas, as pegadas, minhas coisas e pessoas que poderiam também seguir comigo. Tem gente que nunca mais vi, apesar da tentativa de um reencontro. Acredito ainda que de repente eu possa procurar melhor, não encontrei nada ainda por não ter dado foco necessário. Passou o tempo e eu cheguei nesse meu presente, quando a saudade dolorida assola, cobra, como se me convidando para voltar. A dor aumenta quando percebemos que tudo acabou. Hoje lamento não ter pelo menos atendido algumas batidas nas minhas portas do tempo, logicamente não me arrependo por ter fechado outras, aquelas que nunca deveriam ter sido abertas. O que muito eu juntei foram argumentos, acumulados para que eu possa estar escrevendo meus lamentos. Arrependido por não ter mais a possibilidade de estar no meu passado, naquele momento e na hora que alguém tenha clamado por mim e eu simplesmente não atendi, me resta lamentar. Tive a infelicidade de descobrir tarde demais que fui o culpado das minhas perdas e hoje ainda me mantenho parcialmente cego, apesar de fazer essa leitura dos meus erros. Sei que ainda deixo muitas lacunas entre os períodos que fraseiam meus textos da vida. Estou consciente que outros futuros e presentes se farão passado e que resultará em saudades, porém irão fazer faltas. Agora o que eu vou buscar nos meus tempos é o não arrependimento, porque terei feito tudo que estiver ao meu alcance para estar feliz e passar esse sentimento para todos e tudo que seguiu comigo nas estradas anteriores. Quero ter consciência que mesmo a morte vindo catar muita coisa da minha vida, eu estarei certo que irá me ferir, mas não terá sido em vão essa passagem por aqui. O importante será ter colhido acertos e estar certo que aproveitei cada uma das minhas pessoas, do amor, louvores, sabores e gostares intensamente. Quero ter colhido bons frutos e partilhar com o que conviveram comigo, a certeza que nada foi em vão. Nessa minha dedicação aprendi a voar, sei que hoje posso chegar onde quero e alcançar o infinito, preciso que quem e os que gostam sigam comigo e somem forças nessa empreitada.

Jose Airton OliveiraUm dia a felicidade bateu à minha porta e eu não deixei entrar. Naturalmente ignorei, não perguntei, simplesmente não atendi. Naquela época eu era egoísta, vivia uma fase que o futuro era supérfluo, o objetivo era viver intensamente o momento, viver a atualidade. Nesse interim eu priorizava as oportunidades evidentes, não corria riscos de impossibilidades. Fui deixando para trás minhas marcas, as pegadas, minhas coisas e pessoas que poderiam também seguir comigo. Tem gente que nunca mais vi, apesar da tentativa de um reencontro. Acredito ainda que de repente eu possa procurar melhor, não encontrei nada ainda por não ter dado foco necessário. Passou o tempo e eu cheguei nesse meu presente, quando a saudade dolorida assola, cobra, como se me convidando para voltar. A dor aumenta quando percebemos que tudo acabou. Hoje lamento não ter pelo menos atendido algumas batidas nas minhas portas do tempo, logicamente não me arrependo por ter fechado outras, aquelas que nunca deveriam ter sido abertas. O que muito eu juntei foram argumentos, acumulados para que eu possa estar escrevendo meus lamentos. Arrependido por não ter mais a possibilidade de estar no meu passado, naquele momento e na hora que alguém tenha clamado por mim e eu simplesmente não atendi, me resta lamentar. Tive a infelicidade de descobrir tarde demais que fui o culpado das minhas perdas e hoje ainda me mantenho parcialmente cego, apesar de fazer essa leitura dos meus erros. Sei que ainda deixo muitas lacunas entre os períodos que fraseiam meus textos da vida. Estou consciente que outros futuros e presentes se farão passado e que resultará em saudades, porém irão fazer faltas. Agora o que eu vou buscar nos meus tempos é o não arrependimento, porque terei feito tudo que estiver ao meu alcance para estar feliz e passar esse sentimento para todos e tudo que seguiu comigo nas estradas anteriores. Quero ter consciência que mesmo a morte vindo catar muita coisa da minha vida, eu estarei certo que irá me ferir, mas não terá sido em vão essa passagem por aqui. O importante será ter colhido acertos e estar certo que aproveitei cada uma das minhas pessoas, do amor, louvores, sabores e gostares intensamente. Quero ter colhido bons frutos e partilhar com o que conviveram comigo, a certeza que nada foi em vão. Nessa minha dedicação aprendi a voar, sei que hoje posso chegar onde quero e alcançar o infinito, preciso que quem e os que gostam sigam comigo e somem forças nessa empreitada.

Jose Airton OliveiraUm dia a felicidade bateu à minha porta e eu não deixei entrar. Naturalmente ignorei, não perguntei, simplesmente não atendi. Naquela época eu era egoísta, vivia uma fase que o futuro era supérfluo, o objetivo era viver intensamente o momento, viver a atualidade. Nesse interim eu priorizava as oportunidades evidentes, não corria riscos de impossibilidades. Fui deixando para trás minhas marcas, as pegadas, minhas coisas e pessoas que poderiam também seguir comigo. Tem gente que nunca mais vi, apesar da tentativa de um reencontro. Acredito ainda que de repente eu possa procurar melhor, não encontrei nada ainda por não ter dado foco necessário. Passou o tempo e eu cheguei nesse meu presente, quando a saudade dolorida assola, cobra, como se me convidando para voltar. A dor aumenta quando percebemos que tudo acabou. Hoje lamento não ter pelo menos atendido algumas batidas nas minhas portas do tempo, logicamente não me arrependo por ter fechado outras, aquelas que nunca deveriam ter sido abertas. O que muito eu juntei foram argumentos, acumulados para que eu possa estar escrevendo meus lamentos. Arrependido por não ter mais a possibilidade de estar no meu passado, naquele momento e na hora que alguém tenha clamado por mim e eu simplesmente não atendi, me resta lamentar. Tive a infelicidade de descobrir tarde demais que fui o culpado das minhas perdas e hoje ainda me mantenho parcialmente cego, apesar de fazer essa leitura dos meus erros. Sei que ainda deixo muitas lacunas entre os períodos que fraseiam meus textos da vida. Estou consciente que outros futuros e presentes se farão passado e que resultará em saudades, porém irão fazer faltas. Agora o que eu vou buscar nos meus tempos é o não arrependimento, porque terei feito tudo que estiver ao meu alcance para estar feliz e passar esse sentimento para todos e tudo que seguiu comigo nas estradas anteriores. Quero ter consciência que mesmo a morte vindo catar muita coisa da minha vida, eu estarei certo que irá me ferir, mas não terá sido em vão essa passagem por aqui. O importante será ter colhido acertos e estar certo que aproveitei cada uma das minhas pessoas, do amor, louvores, sabores e gostares intensamente. Quero ter colhido bons frutos e partilhar com o que conviveram comigo, a certeza que nada foi em vão. Nessa minha dedicação aprendi a voar, sei que hoje posso chegar onde quero e alcançar o infinito, preciso que quem e os que gostam sigam comigo e somem forças nessa empreitada.

Jose Airton Oliveira

Texto de José Airton de Oliveira

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